7 de junho de 2011

D. e C.F - Graoully

Salut les gars
para aqueles que já me acompanham e aqueles que cairam de para-quedas por aqui.

Para quem não sabe, costumo divulgar por conta própria, a coleção Dragões e Criaturas Fantásticas, da editora Planeta DeAgostini.
Faço isso com o objetivo de informar sobre dragões através da coleção.
E, hoje descobri que a França é o país dos dragões(o que justifica o "olá pessoal" em francês). Acabei de receber mais um dragão cuja lenda veio de lá. Graoully - O Terror de Metz.
Metz é uma cidade do noroeste francês, que, antigamente, começava a tremer com a chegada do anoitecer. Isto porque assim que o sol se punha, Graoully levantava vôo e iniciava a sua noite de caçada pelas ruas da cidade.
Não subestime as asas do bichinho.
Em poucas horas, este dragão monstruoso de olhos avermelhados e imponentes fileiras de dentes afiados devorava todos os cidadãos que ficavam ao seu alcance.
O dragão foi apelidado de Graoully, do alemão Graulich, que significa "aterrador".
Graoully tomou uma arena de Metz como morada, era um antigo anfiteatro romano, onde havia muitas cobras que faziam companhia para o bicho.
Clemente, um antigo discípulo de Pedro (um dos doze apóstolos de Jesus Cristo), foi enfrentar o dragão a pedido do povo, que não aguentava mais ficar a mercê do Graoully.
Ao se aproximar do bicho, Clemente pegou uma estola, que é aquele pedaço de pano bonito que os padres usam junto com a túnica durante as missas,  lançou-a no dragão, enrolando-a no pescoço, e foi puxando o Graoully como se fosse um cachorrinho obediente esse deve ter aprendido com Santa Marta. E foi levando o dragão até o rio Seille. Atirou o dragão na água e este foi levado pela correnteza, desaparecendo para sempre, o que não significa necessariamente que ele tenha morrido. E assim, livrou Metz e ainda converteu todos os habitantes ao cristianismo.

Agora, os links para os outros posts da coleção, que vieram da terra do Scargot.

Drac de Beaucaire
Gárgula
Tarasca
A Besta de Gévaudan (não é dragão, mas é francês)


Um comentário:

  1. Oi,

    Legal, dessa lenda eu não sabia, taí, gostei.

    Beijos.

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